Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Ajudem-me

boa tarde, nem sei bem por onde começar...
quando tinha 3 anos entrei no infantario. via todos a brincarem, menos eu.
ficava sentada a ver tudo a saltar , a andar de baloiço e eu ficava ao pé das educadoras a ouvir as conversas delas e ia para casa contar aos meus pais. os meus pais ficaram alertados e espantados como é que uma pessoa com 3 anos consegue perceber conversas de adultos. depois dos meus pais terem varias conversas comigo e com as educadoras, comecei
a ter amigos, mas muito poucos. foi quando comecei a ter amigos que deixei de fazer desenhos todos pretos, comecei a utilizar varias cores nos desenhos. Disto lembro-me perfeitamente, so tinha 3 amigas e as vezes xateavam-se todas cm uma e eu ficava sempre do lado dela por estar sozinha. quando se xateavam comigo nenhuma se juntava a mim, ficava sempre sozinha. quando entrei na escola primaria, entrei muito bem, era muito alegre, brincava muito mas era muit selectiva nas amizades.
quando entrei no 5º ano , parece que estive anos a construir um predio e num segundo o predio desabou.
fiquei sozinha, passava todos os intervalos a olhar pro ar,quando era preciso fazer trabalhos de grupo ou a pares eu era sempre a ultima a ser escolhida. ate que no 6ºano arranjei 3 amigas, muito especiais que eu adorei.foi com elas que eu comecei a falar bastante e a soltar-me .

no 7º ano iniciei muito bem ,com 4 amigos,2 raparigas e 2 rpazes, mas na sala de aula quando era para nos sentarmos elas ficavam sempre juntas e eles tambem. sentia que de nos os 5 eu era a menor amiga deles. no 8º ano começou tudo bastante bem, nem me conhecia, fui com uma das minhas amigas do 7º e juntei-me a mais 2. Finalmente eramos nºpar. Foi nesse espaço de tempo que eu nao me conheci. nos eramos todas como o pessoal chama "betas", mas muito malucas. riamos imenso,gozavamos kom alguns stores, era uma alegria , ate que veio o 3º periodo e aí as ferias fizeram-me mal. uns dias antes do 2º periodo, houve o torneio de andebol onde as raparigas todas da minha turma entraram excepto eu porque nao dava para mais ninguem. despejaram-me um balde de agua fria na cara. depois um dos nossos stores quis fazer um video da turma onde as pessoas que eu pensava que iriam incluir-me numa das suas melhores amigas nao me incluiram, alias ninguem mencionou o meu nome. nesse momento so me apeteceu chorar , mas aguentei-me. Foi aí que vi a figura de parva que andei a fazer, eu pensava que era amiga delas mas afinal nao passo de uma anormal, foi nessas ferias que eu chorei praticamente todos os dias e comecei a encaixar tudo e mentalizei-me mesmo que perdi aquele tempo todo e nao conquistei nada. decidi testa-las no 1ºdia de aulas do 3º periodo afastei-me nem ola disse. comecei a ver uma das minhas supostas amigas a distribuir convites de aniversario. convidou quase todos menos a mim. Nesse momento nao sei explicar o que senti, alegria por ver que nao me tinha enganado , elas nao eram mesmo minhas amigas e tristeza, porque senti que a partir dali ia ser cada dia mais dificil.
esperei uma semana sempre cheia de esperança que elas viessem ter comigo, mas nao .

Daquela turma apenas 2 raparigas que nem eram minhas amigas é que me perguntavam o k é que eu tinha...

Foram elas ate hoje as minhas melhores amigas , que perderam tempo da vvida delas a preocuparem-se comigo, foram elas que me deram a mao quando eu mais precisava mas que eu nao aceitei porque sou a pessoa mais estupida do mundo. tentaram falar directamente, por msn, por sms...

ate que veio o que eu mais temia , uma visita de estudo.Nao vou dizer que correu bem e que me diverti, mas apesar de tudo correu muito bem. foram elas as duas a quem eu me juntei durante a visita de estudo, cm quem almocei, foram 5 estrelas.
vieram as ferias de verao,no msn prometi a uma dessas duas pessoas que me ajudaram, prometi mudar, andar com elas nos intervalos ser amiga delas, falar rir ... no 1º dia de aulas do 9º anoo vim cheia de energia , mas assim que uma delas falou comigo, perdi as forças todas, comecei a tremer a voz, a tremer toda, a entrelacar as maos , a procurar um buraco para me esconder . nesse dia correu tudo +-, andei com elas nos intervalos, tudo muito bem. na 2ªsemana +- mudou o jogo, era eu que tinha de ir ter com elas e juntar-me ao grupo, que entretanto ficámos 7 com mais outras que eram da minha turma do 8º.nao consegui , desisti mais uma vez, e novamente elas tentam falar kmg por msn , na escola, mas teem a vida delas e nao podem andar sempre de roda de mim.
somos nº impar(7), a turma é nº impar, e claro quem é que sobra sempre?? eu claro. a semana passada recebi um teste , tive excelente e so me apeteceu chorar por ter tido a melhor nota da turma mas nao consegui partilhar com ninguem.
Ultimamente ando assustada, sei que esta frio mas estou bem e quando algum stor me pede para ler algum texto ou isso fico a tremer e nao consigo parar, quando alguem se dirige a mim na escola fico a tremer de tal forma que tenho de dobrar um pouco os joelhos pk me faz impressao ter os joelhos a tremer. ando assustada tambem, porque a umas semanas atras eu ficava preocupada , apeteciame chorar, agora nao, passo os intervalos sem fazer nada sem dizer uma unica palavra e ja nao fico tao magoada com isso. estou-me a habituare acho que isso é mau

deixo aqui a minha historia e isto nao é tudo, agora no final do 9ºano vou ter viagem de finalistas e baile de finalistas, o que significa que vou ter de fazer qualquer coisa para os meus pais nao desconfiarem que nao tenho amigos. eles sao as ultimas pessoas que eu quero desiludir.

Tenho 14 anos, sou feia , horrivel mesmo, nunca tive nenhum namorado, mas tambem as raparigas da minha turma, a maior parte tambem nao tem, mas acho que nunca vou ter namorado, nunca me vou casar, nunca vou ser como os outros.

Ajudem-me

ansioso social

tenho 18 anos
descobri a pouco tempo q o q eu sofro tem nome:ansiedade/fobia social e decidi procurar ajuda na internet. descobri mtas pessoas com as quais eu me indentifico, os sintomas, os problemas de vida etc.

situação actual: ando na faculdade no primeiro ano e pronto, ja devem imaginar como é todos os dias... ja la ando a um mes e pouco e nao conheço ninguem, conversei vagamente com algumas pessoas mas enfim, as dificuldades do costume, IMENSA dificuldade em olhar nos olhos por mais de 2 segundos, nao consigo manter uma conversa, quanto mais começar uma, sinto q começo a respirar mais depressa quando se aproximam pessoas ou quando falam comigo.

Por exemplo, quando almoço no centro comercial (sozinho pois claro) quase nao consigo comer, aquilo ta cheio, pessoas em todo o lado, penso q estao sempre a olhar para mim e como o mais depressa possivel, sempre com calor a suar bastante.



amigos..... tenho um que tmb acho q sofre do mesmo problema, embora com menos intensidade que eu, ele tem bastantes amigos e fala quase sem problemas. Esse meu amigo toca um instrumento musical e eu tmb comecei a pouco tempo a tocar tmb um (adoro musica). e como nao podia deixar de ser um dia combinamos uma jam em casa dele com mais uns amigos dele e quando me pediram para tocar... simplesmente bloqueei... :/

De resto tenho os amigos de msn e os amigos q deixei para tras dos anos de liceu...

liceu.... penso q seja essa a causa da minha "timidez", kem sabe. Desde o 7º ano até ao 9º mais de metade da minha turma eram repetentes, bullys. agressoes fisicas eram mt poucas, mas a humilhaçao era constante, penso q foi daí q fiquei marcado.

com as raparigas, é a tal coisa tambem, com fobia social torna-se muito dificil conviver com homens, agora imaginem com mulheres.

e é isto a minha vida, agora ando faculdade-casa, casa-faculdade, pratico o meu instrumento quando posso, jogo bastante pc (embora nao ache muito aconselhável). Espero encontrar a ajuda q preciso aqui neste forum, a partilha de historias e opinioes e essencial. =)

vi aqui alguns relatos de pessoas q estao bem pior q eu e q falam em suicidio.. bem, suicidio nao e soluçao, tenham FORÇA e enfrentem o vosso problema com vida e energia, nao se vao abaixo, CORAGEM =)

necesito desabafar

tinha 17 anos quando nao consegui acabar de ler um texto na escola, faltava-me o ar...nao entendi porque, apartir de ai comenzou...
nao consegui apresentar um trab em publico, tive uma depressao pelo meio, um namorado de adolescencia q nao ajudou ( antes pelo contrario), evitava tudo o que me fazia sentir mal ( suores, tremores, corar, gagejar, en fim perder o dominio sobre mi mesma), altos e baixos...consegui tirar o curso q queria, pasei muito mal, minha psiquiatra da altura achava q tirar enfermagem nao ia ser boa idea com os meus problemas, mas consegui.

Actualmente com 31a estou muito pior, mas muito...
custa-me muito sair com amigos, estranhos e agora tb de longa data e curta LOL, custa-me fazer amizades, ir ao cafe e sobre todo nos ultimos tempos encontrar-me com pessoas conhecidas em lugares publicos e ter de falar....É horrivel mas ao mesmo tempo é uma estupidez!! ja andei em muitos psicologos e psiquiatras e so me desiludiram, me receitaram um comp (lorazepam) e quando estive melhor deram me alta,mas, ninguem me disse q este comp viciava, eu tinha 17 e estou ha 14 anos, sim 14, leram bem, a tomar esta mer...
sinto q estou a perder o melhor da minha vida, o control da minha vida , a pessoa com quem vivo nao entende a dimensao do problema, embora ninguem entende , nao encontrei ainda ninguem .....agora estou muito pior pq desejo ser mae... da-me vontade de rir...como vou ser mae em estas condiçoes?', como deixar o ansiolitico?' pq tenho q deixar?? so de pensar em esto todo esta deixar-me louca.
bem queria acrescentar q quase ninguem sabe de este meu problema e toda as persoas me acham uma pessoa muito seria e competente, q nunca perde o control...nao da vontade de estoirar a rir!!? desejo falar com pessoas que vivem o dia a dia como eu, desde ja obrigada por ler este meu testamento.
PS, desculpem os erros de letra mas nao sou portuguesa.

Cansada de tanta contrariedade

Tenho 27 anos, sempre fui uma rapariga saudável e alegre, apesar de um pouco tímida e nervosa.
No início deste ano passei por uma experiência que me causou muito sofrimento. Tive de interromper a gravidez aos 5meses porque descobriram mal formações no bébé. Foi um choque mt grande, foram semanas de muita tortura e sofrimento. No dia em que me fizeram a interrupção, estive um dia inteiro em trabalho de parto...parto esse que iria ser a morte do meu bébé. Chorei mt, pensei que ia morrer.
Já lá vão 6 meses. Depois dessa tortura fiquei muito abalada mas continuei a minha vida da forma mais normal possível. Nunca fui de desistir da vida, adoro viver e apesar do desgosto, mentalizei-me que tinha de ultrapassar. Acontece que passado um mes e tal disse acontecer tive aquela " coisa". Aquela "coisa" que toda gente fala, mas eu nunca tinha tido e nem imaginava o quanto horrível é- um ataque de pânico. Pensei que ia morrer, não sabia o que me estava acontecer, fui parar ao hospital a pensar que ia morrer. Os sintomas começaram a desaparecer e a médica disse-me que eu tinha de me tratar senão a minha qualidade de vida ia ser 0... Comecei com calmantes e anti depressivos. Melhorei um pouco, mas sentia me dependente, já não tinha aquela energia e alegria. O meu namorado não entendia o que se passava comigo. Depois tinha medo de sair e acontecer-me outro ataque de pânico. Felizmente nada acontecia e eu comecei a melhorar, a habituar-me aos calmantes. Já não andava tão sonolenta e andava mais risonha.
Um dia larguei os anti depressivos. Julgava que já estava curada. Apenas tomva calmantes quando andava mais nervosa.
Só que... há pouco tempo comecei a sentir me muito irritada, mal disposta. Não tinha alegria para nada. Não suportava estar com pessoas e ter de fingir que andava bem, quando no fundo, eu estava muito mal. Comecei a sentir dores no braço direito. Achei estranho, mas n liguei. Só que as dores continuaram e agravaram-se. Fui ao médico e falaram me em tendinite. Como seria possível? não fazia nada que a provocasse. Receitaram-me anti inflamatórios mas não sentia melhoras e comecei a ficar muito mal da barriga. Com isto tudo, comecei a pensar que tinha uma doença grave. Surgiu outro ataque de pânico. Fui logo para o hospital, receitaram-me mais anti inflamatórios. Não ligaram quase nada ao que eu dizia, nem cheguei a perceber se realmente era tendinite ou outra coisa. Tiraram-me raio-x e não acusou nada.
Agora parei de tomar anti-inflamatórios, apenas ponho uma pomada. Tem dias que parece que tou quase boa, outros que as dores voltam e é bem chato.
Não percebi bem o que tenho, mas tou farta de ir a médicos e não me ligarem nenhuma, não me esclarecerem o que tenho no braço. Penso que possa estar relacionado com a ansiedade... Meti na cabeça que quanto mais ligar pior...mas tenho sofrido muito.
Sinto-me revoltada e injustiçada por ter de passer por isto tudo. Só queria voltar a ser a mesma.

Domingo, 7 de Setembro de 2008

Desespero constante

A minha começou aos 19 quando comecei a sentir uns dejá-vus. Foi-me diagnosticado ataques de pânico.Mas como a medicação não fazia efeito fui a um neurologista e foi-me detectado epilepsia. Sempre pensei que fosse ataques de pânico porque os sintomas são muito semelhantes. Por isso aconselho a todos a fazerem um electroencefalograma. A minha epilepsia é considerada epilepsia parcial simples. Porém nem em todos os electroencefalogramas acusavam a epilepsia. Hoje em dia tomo medicação mas os sintomas não passam. Os sintomas passam com uma sensação de sonhar, falta de ar, perturbações gastro-intestinais, aperto no peito e por ai fora. Mas ao invés de quase todos os testemunhos as minhas crises são de segundos mas muito intensas, chego mesmo a pressenti-las. Gostava de saber de alguém sente o mesmo? Porque ainda não estou convencida que será mesmo epilepsia porque sou extremamente ansiosa.
Sempre que vou a entrevistas de emprego não consigo enfrentar as pessoas e chego ao ponto de tremer como "varas verdes"!!! Confused
Por vezes perco a vontade de tudo e pergunto-me como vou viver assim.

Mais uma história

Tenho 23 anos, e terei sido hiperactivo em criança e ao mesmo tempo muito muito tímido ... ora isto dá uma mistura esquesita. Tanto fazia a maior algazarra, corria livremente, metia-me com qualquer pessoa, comprimentava todos ... mas escondia-me de todos os miudos da minha idade e não conseguia dar-me com qualquer um.

De notar que durante este periodo era vitima de violencia no meu meio escolar e era mal tratado pelo meu pai.

O meu afastamento pelas pessoas cresceu, cresceu ... cresceu. Passei por várias escolas até completar o 12º.

Os anos mais importantes do desenvolvimento de um jovem foram para mim os piores. O meu 7, 8 e 9 ano escolar foram um martirio, era vitima do chamado booling (que nem sei como se escreve exactamente ...). Apenas me dava com um outro miudo tambem mal tratado.

Sinto que foi a partir daí que comecei a sentir um aumento de ansiedade para com os outros, perdi a minha personalidade alegre ... tornei-me uma pessoa mais seca, amargurada e seria, que juntamente com outros traumas das paixões de adolescente não correspondidas destroiem por completo a nossa auto estima e maneira de encarar a vida. Ainda hoje ando em busca da minha identidade perdida.



A falta de amigos, e de apoio não me incentivava a sair de casa e a tentar conviver, o que ainda hoje acontece.

Não sei se sofro realmente desta fobia, talvez não fosse assim se tivesse tido um desenvolvimento saudável. De qualquer forma envergonhado e timido fui sempre.

Agora sou muito fechado e calado, tenho dificuldades em manter uma conversa saudavel e uma relação de amizade, exactamente porque não sei lidar com estranhos, fico nervoso, inquieto, inseguro, com medo de cair no ridiculo ..., sinto-me mal quando oiço um grupo de jovens a falar alto, fico assustado ... com suores, e encolho-me um pouco por vezes. Em alguns casos chega-me a custar ter de me cruzar com um grupo de pessoas juntas num passeio ...

Mas ... é tudo tão pontual. Eu não tenho fobia de me dar com pessoas mais velhas ou mais novas, penso que o meu problema serão sequelas psicológicas deixadas pelos maus tratos essencialmente, mas acredito que possa estar a desencadear esta fobia social em mim.

Eu não consigo lidar com multidões, basta entrar num café cheio de pessoas para ficar logo constrangido, desorientado, nervoso .. perdido. Quase que tremo a andar ... Confused

Falar para vários, conhecer pessoas novas, fazer qualquer actividade em conjunto com pessoas com quem não tenho confiança (nota, só quem não conheço) revelam-se um desafio para mim.


Estar ao olhar de multidões, falar para elas, apresentar trabalhos ... é um pouco custoso.

Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

O ínicio

Este blog têm o propósito de dar a conhecer à generalidade do público uma doença cada vez mais comum das sociedades desenvolvidas. A ansiedade social afecta já 7% da população nos EUA, sendo desconhecido o numero de indivíduos afectados pela doença. É relativamente nova por isso facilmente negligenciada pelos clínicos, apenas nos anos 90 é que começou a ser tratada em países como os EUA e a ter o enfase devido.
Caracteriza-se sobretudo por sintomas fisicos e psicologicos, nos quais o individuo é visto como timido quando na verdade está a sofrer em silêncio. Afasta-se dos outros pois não percebe porque motivo está com nauseas, mãos tremulas, com suores frios e em alguns casos com um ataque de panico. Os sintomas são de origem psicosomatica daí que por si só, são extramente dificeis de controlar pelo individuo e requerem ajuda de profissionais clínicos.
Os sintomas mais caracteristicos são: suores frios, náuseas, vómitos, cólicas, diarreia, ataques de pánico, tremores, vermelhão entre outros.
Isto pode ocorrer quando o individuo está perante determinadas situações sociais, ou seja é focado em determinados cenários ou pode ser geral e ter um espectro mais alargado para o despoletar de pelo menos dois sintomas.
O não controle da sintomatologia torna o individuo mais solitário e só do que seria de esperar para a sua idade, afasta-se dos amigos, inventa mil e uma desculpas para evitar eventos sociais, isola-se e absorve-se na sua realidade, levando posteriormente ao aparecimento de casos de depressão.
Há ainda como motivos de fuga à doença a toxicodependencia e o alcoolismo como meio de controlar a sintomatologia e poder participar em eventos sociais, muito embora continuem a ser negligênciados e tidos como manifestações normais das pessoas, principalmente no que toca a jovens.

Actualmente começam aparecer alguns profissionais orientados para ajudar o individuo a superar a doença, sendo estes profissionais da área da psicologia, enquanto a medicina continua maioritariamente a negligenciar ou a prescrever medicamentos antidepressivos ou ansioliticos que na vasta maioria dos casos nem os sintomas reduzem.

Brevemente serão postados relatos na primeira pessoa mostrando um pouco da vida tortuosa que existe no silêncio de muitos por quem passamos na rua.